2026.05.25 Importação de Aço no Brasil Cai 33% em Abril

Importação de Aço no Brasil Cai 33% em Abril
A importação brasileira de aço em abril registrou queda de 33% em relação ao mesmo período do ano anterior, segundo dados do Instituto Brasileiro de Siderurgia. O volume importado foi de 363 mil toneladas, refletindo ajustes na demanda local e estratégias de compras. Essa redução impacta a oferta doméstica e o ritmo de produção do setor, alterando o fluxo de comércio regional. Para vendedores cross-border, a tendência aponta para menor concorrência externa no mercado siderúrgico, mas exige atenção às mudanças na cadeia de suprimentos.
Exportação de Aço no Brasil Dispara 62,4% em Abril
Em contraste com a importação, a exportação de aço do Brasil cresceu 62,4% em abril, totalizando 1,1 milhão de toneladas. No acumulado de janeiro a abril, a produção de aço bruto atingiu 10,7 milhões de toneladas (-2,9% ano a ano), com vendas internas de 6,9 milhões (+0,8%) e consumo aparente de 8,7 milhões (-1,4%). As exportações no período somaram 3,8 milhões de toneladas (+23,3%), gerando receita de US$ 2,4 bilhões (+8,3%). Isso sinaliza um aquecimento na demanda internacional, abrindo oportunidades para sellers brasileiros no mercado externo.
Vendas Online de Camisas da Seleção Brasileira Crescem 350% com Retorno de Neymar
O anúncio da lista de convocados para a Copa do Mundo de 2026 pelo técnico Carlo Ancelotti impulsionou as vendas online de camisas oficiais da Seleção Brasileira em 350%. O retorno de Neymar e a inclusão de outros astros geraram pico de consumo, com a Netshoes reportando alta de 340% nas buscas pelo produto no dia da divulgação. As vendas diárias saltaram de cerca de 30 unidades para mais de 100, e itens temáticos da Copa também dispararam. Para lojistas cross-border, esse hype sazonal representa oportunidade de estoque e marketing focado em artigos esportivos.
Arrecadação Fiscal do Brasil em Abril Bate Recorde Histórico
A arrecadação federal brasileira em abril atingiu R$ 278,823 bilhões (US$ 55,86 bilhões), recorde para o mês e alta real de 7,82% sobre 2025. O aumento foi puxado pela disparada do petróleo bruto no mercado internacional, com tributos do setor de óleo e gás subindo 541%. No acumulado do ano, a receita totalizou R$ 1,06 trilhão, alta de 5,41%. Esse cenário fortalece as finanças públicas, potencialmente melhorando o ambiente de negócios e a infraestrutura, o que beneficia vendedores cross-border ao reduzir riscos fiscais.